A semiótica é o estudo dos signos. Tem base na fenomenologia, que estuda os fenômenos, que são tudo aquilo que que aparece à mente, correspondendo a algo real ou não. Ela tem por tarefa categorizar, genericamente, esses fenômenos. Peirce descobriu que tudo que aparece à consciência, assim o faz numa gradação de três propriedades, que, mais tarde, ele chama de 1) Primeiridade 2) Secundidade e 3) Terceiridade. Essas são as três formas de como um fenômeno, qualquer fenômeno, se apresenta à mente.
Peirce no começo duvidou se todos os fenômenos poderiam ser agrupados em 3 categorias, então ele testou em vários ramos diferentes, como na psicologia, biologia, e percebeu que a teoria dele era válida.
segunda-feira, maio 2
Análise do filme O Nome da Rosa
O filme narra a história da investigação de misteriosas mortes que ocorrem em um mosteiro, na Idade Média. Retrata, além dos elementos culturais da época, como vestimentas, arquitetura, sociedade, um retrato o pensamento que regia o comportamento das pessoas: o teocentrismo.
É o monje franciscano Guilherme de Baskerville, junto com seu aprendiz, o Adso von Melk, investigam a verdade por trás desses crimes, rejeitando a crença de que as morte são causadas por uma entidade superior, um demônio, como acreditam as outras pessoas do mosteiro.
Baskerville tem um ponto de vista mais racional, e acredita que nem tudo que acontece é intervenção dessas entidades superiores. Ele observa comportamentos e acontecimentos suspeitos, e resolve investigar. Analisando pistas, rastros, que não se devem apenas no nível de imagem, do ícone, mas uma ação, um comportamento suspeito de alguém, um índice, ele percebe que há alguém que está matando para esconder alguma coisa.
Seguindo uma linha lógica, a narrativa guia o espectador na construção de sentido, na busca pela verdade, através das interpretações e conclusões resultantes da manipulação de signos e cadeias de semiose consequentes.
O filme não só explora o âmbito imagético, mas também utilizando o sonoro para a evolução da construção de sentido. Eles não são colocados de forma casual. Uma obra que trabalha bem as relações sígnicas para retratar e promover, através de uma temática de investigação criminal, uma reflexão sobre os modos de enxergar os acontecimentos e a influencia destes modos na interpretação em nossa mente, ou seja, a nossa visão de mundo.
É o monje franciscano Guilherme de Baskerville, junto com seu aprendiz, o Adso von Melk, investigam a verdade por trás desses crimes, rejeitando a crença de que as morte são causadas por uma entidade superior, um demônio, como acreditam as outras pessoas do mosteiro.
Baskerville tem um ponto de vista mais racional, e acredita que nem tudo que acontece é intervenção dessas entidades superiores. Ele observa comportamentos e acontecimentos suspeitos, e resolve investigar. Analisando pistas, rastros, que não se devem apenas no nível de imagem, do ícone, mas uma ação, um comportamento suspeito de alguém, um índice, ele percebe que há alguém que está matando para esconder alguma coisa.
Seguindo uma linha lógica, a narrativa guia o espectador na construção de sentido, na busca pela verdade, através das interpretações e conclusões resultantes da manipulação de signos e cadeias de semiose consequentes.
O filme não só explora o âmbito imagético, mas também utilizando o sonoro para a evolução da construção de sentido. Eles não são colocados de forma casual. Uma obra que trabalha bem as relações sígnicas para retratar e promover, através de uma temática de investigação criminal, uma reflexão sobre os modos de enxergar os acontecimentos e a influencia destes modos na interpretação em nossa mente, ou seja, a nossa visão de mundo.
Meu Símbolo
Este símbolo representa as múltiplas formas de manifestação da personalidade humana. Em órbita criculam os sentimentos, enquando o losango indica o verdadeiro eu multifacetado, que dependendo do contexto, pode mostrar seu lado mais iluminado ou o mais obscuro, sendo, no entando, partes de uma coisa só.
terça-feira, abril 26
Análise da Embalagem
Os produtos fazem parte de uma linha de xampu, e cada um deles oferece um efeito diferente no cabelo. O modelo foi criado pelo designer russo Oleg Lukyanov.
Cores
As cores utilizadas, como o prata brilhante no estilo metalizado, o preto e o cinza dão a sensação do artefato ser de alta tecnologia, portanto eficiente em seu efeito e confiável. O laranja dos detalhes contrastam com o cinza e o preto, além de dar um toque "energizado" e bonito à embalagem.
Linhas
As linhas mais destacadas, que representam o cabelo da personagem, refletem diretamente o efeito que o produto oferece. Além disso, a própria forma da garrafa, potencializa a sensação de confiança no produto e segurança no uso. O formato curvo da parte superior da embalagem transmite o pensamento de um início de um processo de transformação, e o decorrer do formato, reto, a continuidade desse processo com a certeza de sua conclusão e duração.
Sinais Convencionais
O rosto e as linhas do cabelo são símbolos que representam ao consumidor os resultados do efeito do produto após o uso.
Logomarca
Posso considerar como logormarca o título "vigour", uma fonte sans-serif pesada e espessa, com aspecto tecno-científico.
Sinestesia
A embalagem não oferece muitos recursos visuais que alimentam uma sinestesia, embora o formato diferenciado da embalagem, semelhante a um produto alimentício e remete a este (como refrigerante, iorgute ou bebida láctea), estimulam em certo nível o paladar, que se unir com as informações na embalagem, construir-se-ia uma mensagem do tipo: "alimento para seus cabelos"
Poder apelativo
a embalagem utiliza-se da simplicidade para exercer seu poder apelativo. O formato não-convencional para uma embalagem de xampu, com figuras estilizadas e um layout organizado e limpo chamam a atenção do consumidor sem contudo abusar de cores, formas e informações.
Interpretações (camadas emocional, energética, lógica)
-Camada emocional:
Em primeirdade, no nível emocional, o produto desperta uma curiosidade, um instinto de observar, pelo intrigante design da embalagem e seu formato minimalista, que o diferencia de outras marca de xampu.
-Camada energética
Pela pouca informação visível, e já alimentando o instinto de observação, o produto provoca o consumidor que acaba reagido segurando-o, para "tocar o design".
-Camada lógica
Agora interpretando as informações, de natureza simbólica e icônica, o consumidor vai desvendando a lógica do produto tal como o produto a apresenta (como expressar o efeito do xampu através de uma imagem).
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